Fisioterapeuta capixaba é finalista do prêmio “Mulher Capixaba Arcelormittal” com projeto sobre melhora do bem-estar de mulheres com dor

Existem profissionais que inspiram, seja pela trajetória, forma de lidar com a profissão ou pelas ideias que fazem diferença. A fisioterapeuta e professora Dra. Fernanda Moura Vargas Dias é um desses exemplos. Ela desenvolveu o projeto “PilatesAR para melhora da funcionalidade e do bem-Estar de mulheres com dor”, que oferece, gratuitamente, atendimento de pilates a mulheres com dores crônicas e já beneficiou 162 mulheres.

Tudo começou com o último curso, em 2018, para a formação avançada de pilates clínico, vendo atualizações sobre o método no tratamento de dores. Foi aí que ela viu que o pilates deveria ser acessível para a população. Ela montou o projeto para atendimento presencial de pacientes com dores músculo-esqueléticas com diagnóstico de artrite reumatóide. Com a pandemia, o projeto foi reformulado para o formato online e passou a atender mais pessoas, dessa vez, focado no público feminino, com mais de 40 anos e queixa de dor.

Devido a essa iniciativa, ela foi uma das finalistas do prêmio “Mulher Capixaba Arcelormittal” e ficou entre as três primeiras colocações na categoria de Servidora Pública. Para ela, ver o projeto chegando a uma premiação é uma valorização da profissão de Fisioterapia, que pode inspirar outras pessoas a escolherem a carreira. “O mérito desse prêmio é de todos os fisioterapeuta, que ajudam tantas pessoas a viver melhor todos os dias”, afirma.

Para os fisioterapeutas em início de carreira, ela deixa um conselho. “Tenham um propósito muito definido do que querem e sigam essa missão. Acreditem no que fazem e no quanto somos importantes na melhora do bem-estar e na funcionalidade das pessoas”, conclui Fernanda.

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