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CREFITO 15 defende a inclusão dos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional das unidades básicas de saúde durante XXXIII CONASEMS

Secretários Municipais de Saúde, prefeitos, parlamentares, integrantes do Ministério da Saúde e profissionais da área de todo o Brasil estiveram reunidos na última semana para participar do XXXII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). O evento, que aconteceu entre 01 e 04 de junho em Fortaleza (CE), contou com a participação do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 15ª Região (CREFITO 15), por meio da presença da presidente do órgão, drª Eunice Sousa.

Segundo ela, um dos principais temas abordados foram as estratégias para o enfrentamento ao vírus da Zika, transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. Uma de suas principais consequências é a microcefalia, problema que vem atingindo muitos bebês quando a mãe é contaminada pelo vírus ainda durante a gestação.

Além das discussões sobre este alarmante tema da saúde pública brasileira, drª Eunice destaca a importância do Congresso para reforçar, junto às autoridades da saúde, a importância da presença dos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional nas unidades básicas de saúde.

“Nosso grande objetivo, ao participar do CONASEMS, foi aproveitar a presença das autoridades de saúde do Brasil inteiro e ter uma conversa franca junto aos secretários de saúde sobre a inserção dos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional  na unidades básicas de saúde. Precisamos inseri-los neste atendimento básico, pois é um direito dos cidadãos ter acesso a esses serviços oferecidos por eles”, ressalta a presidente.

Ela explica ainda que a participação dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais neste atendimento básico é garantida desde a criação,em 2008, dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) – equipes multiprofissionais que devem trabalhar de forma integrada às equipes Saúde da Família. No entanto, no Estado, a realidade é diferente.

“Sabemos das dificuldades que o país vem enfrentando na economia. Fala-se muito que não há verba para a saúde, mas precisamos fazer a nossa parte. Por isso, vamos lutar pela inclusão dos profissionais na saúde básica”, disse drª Eunice.

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